As 10 lendas Urbanas de Buenos Aires Buuuu!

28 Mar 2018


 Nosso destino é a Capital Mundial do Tango: Buenos Aires, vamos fazer um passeio por essa romântica e conhecida cidade da Argentina.

Mas não se engane, por trás dos casais apaixonados que passeiam por suas ruas se escondem várias lendas assustadoras, selecionamos 10 lendas urbanas que já assustaram e ainda assustam muitos hermanos e turistas desavisados que ousam andar pelas ruas e pelos pontos turísticos dessa gigantesca cidade após o anoitecer.


10- O táxi fantasma no Cemitério da Chacarita

 

O Cemitério da Recoleta é o mais famosos de Buenos Aires, mas o maior da cidade é o da Chacarita e é nele que ronda uma assustadora lenda urbana. Tudo começou em 1978, quando uma mulher foi achada morta em cima da tumba de sua mãe. A razão disso é que ela pegou o táxi da morte. Até hoje esse táxi fica na fila de táxis perto do Cemitério da Chacarita, não há certeza, mas o carro é um Ford Falcon ou um Peugeout e a placa é RIP666.
A lenda diz que todos que pegam esse táxi começam a sentir um frio estranho que invade o corpo, até que esteja morto. Após a morte o motorista o leva de volta ao lugar de onde partiu: o cemitério. Por isso veja a placa do táxi na volta da visita ao Cemitério da Chacarita.

Vai uma corrida para o além?

 


9- A lenda da Estação Perdida

 

Estações desativadas ainda podem ser vistas no metrô da cidade.


8- O Golem do Bairro Once

 

O Golem é uma figura antropomórfica da mitologia judaica formada a partir de matéria inanimada, como por exemplo argila, que ganha vida. É uma parte fundamental do folclore judaico e claro não podia faltar em um dos bairros mais povoados por residentes dessa região. O Bairro Once tem seu Golem. Há quem diga que ele mede mais ou menos 3 metros de altura, e é uma espécie de herói local, que salva as vítimas dos acidentes automobilísticos e impede roubos.

Conta a lenda que o Golem nasceu em meados do século XVI, feito pelas mãos do rabino Judah Loew ben Bezalel, de Praga. Foram feitos 13 “Golem”s e um veio parar em Buenos Aires, escondido pelo rabino em um anexo de um Hospital em Caballito. Entretanto de acordo com outras pessoas, o Golem atualmente se oculta na escuridão da Travessa Colombo (Pasaje Colombo). Tem argentinos que juram de pé junto até os dias de hoje que já foram salvos pela criatura.


O criador e a criatura.


7- O Zelador Fantasma do Cemitério da Recoleta

 

Em 1910, o zelador do Cemitério da Recoleta , David Alleno, cometeu suicídio. David ficou fascinado com as lápides do cemitério, que são hoje uma atração turística, e começou a desenvolver uma obsessão, desejando com todas as suas forças que um desses túmulos algum dia poderia ser a sua morada eterna.

David começou a colecionar dinheiro para comprar seu lugar eterno no cemitério. Quando seu irmão, o administrador do cemitério na época, ganhou na loteria e compartilhou o prêmio com ele, David viajou para sua cidade natal para pedir uma linda lápide digna de estar ao lado das muitas obras de arte no cemitério. Assim que a lápide foi completada, ele criou em sua base as palavras " Fue el cuidador del cementerio desde 1881 até 1910 " (Ele era o cuidador do cemitério de 1881-1910) e, em seguida, no final do ano cometeu suicídio. Na noite seguinte, os novos cuidadores do cemitério alegaram que o fantasma de David vagava pelos corredores continuando a admirar as lápides.


A Lápide de David Alleno pode ser visitada no Cemitério da Recoleta.


6- O Fantasma da Igreja de Santa Felicitas


Essa lenda urbana se passa o bairro de Barracas, mais exatamente na Igreja de Santa Felicitas. A igreja tem esse nome devido à Felicitas Guerrero, uma jovem de beleza exuberante e também maldita. Aos 15 anos ela se casou com um senhor duas vezes mais velhos e com ele teve dois filhos, sendo que um veio a falecer aos seis anos e outro nasceu morto. Aos 26 anos era dona de grande riqueza e já estava viúva. Na época muitos a cortejavam pois sua beleza não passava desapercebida. 

Ela então escolhe um pretendente, mas a bonita tinha dedo podre e escolheu o que tinha um ciúmes possessivo e por isso acabou assassinando-a em 30 de janeiro de 1876. Os pais da bela, devastados com a história, decidiram prestar honras à filha e construíram uma igreja atrás da casa onde ela foi assassinada. Contam que todos os anos, no dia 30 de janeiro, o fantasma de Felicitas aparece vestido de branco com seu torso ensanguentado e chorando. Dizem que a igreja amanhece molhada todo dia 31 de janeiro devido ao choro da pobrezinha.

Interior da Igreja de Santa Felicitas com sua exuberante arquitetura alemã.

5- Os Duendes Maléficos da Torre do Fantasma de Clementine


Essa lenda urbana se passa na calle Almirante Brown, no bairro de La Boca. Nessa rua há uma torre clássica, de estilo Catalão, construída pela rica María Luisa Auvert Aurnaud. A ideia original era deixar os quartos para aluguel, mas a proprietária amou tanto a torre que decidiu morar lá e comprou diversos móveis e artigos de decoração da Catalunha e mandou trazer. Depois de um tempo decidiu se mudar pois os vizinhos reclamavam muito do barulho da torre. Então ela decidiu colocar em prática a ideia original e alugar os quartos. O último andar do edifício foi alugado pela pintora Clementine. Um dia uma jornalista foi entrevistar a pintora e tirou algumas fotos dela. Ao revelar as fotos viu nas imagens alguns duendes e voltou ao local para visitar Clementine. Ao chegar lá descobriu que a artista se suicidou logo após a entrevista. 

A proprietária do edifício diz ter certeza que foram os duendes que empurraram Clementine da janela do último andar. Ela explicou que os duendes vieram juntos com os móveis da Catalunha e que conseguiu escapar deles ao se mudar de lá. A lenda diz que os duendes continuam ocupando o último andar do prédio, fazendo barulho, mexendo nas coisas e sendo acompanhados pelos passos do fantasma de Clementine.

A imponente torre de estilo Catalão habitada por duendes e pelo fantasma da artista Clementine.


4- A Dama de Branco que te convida para tomar café

 

Esta é uma das lendas mais importantes de Buenos Aires, e talvez o mundo. A Dama de Branco é uma figura do folclore urbano, a história de uma mulher que se encarrega de enganar homens solteiros que se entregam aos encantos. Geralmente é o fantasma de uma mulher traída por seu parceiro, ou que perdeu filhos trágica. Em Buenos Aires há duas alegadas damas brancas, uma de quem é Luz Maria Garcia Velloso, que morreu em 1925 com 15 anos de idade e também foi enterrado no Cemitério de Recoleta. 

A lenda diz que, muito depois da morte, seu espírito encontrou vários homens jovens, que a convidaram para tomar um café. Depois de conhecê-los, a dama branca diria que sentia frio, e os homens ofereceriam gentilmente seus casacos. Ela acidentalmente derramaria café no casaco e prometeria devolvê-lo na próxima vez que se encontraram. Quando os homens chegaram à sua casa para recuperá-lo, eles foram informados por sua mãe que ela havia morrido há muito tempo. Eles correriam para o cemitério assustados para confirmar se era ou não verdade a história e encontram seu túmulo lá, juntamente com o casaco manchado com a borra de café.

Escultura da Dama de Branco dorme, mas dessa vez sem o casaco ao seu lado.


3- A Dama de Branco que foi enterrada viva


A outra dama de branco é Rufina Cambaceres. Existem várias versões de sua história, uma delas é essa: Com a morte de seu pai, sua mãe viúva, Luisa, passou a ter um caso secreto com Hipólito Yrigoyen, futuro presidente da Argentina. Hipólito frequentava a casa de Luisa e Rufina, o que acabou alimentando a paixão da menina por ele, sem saber do relacionamento com sua mãe. Em maio de 1902 Rufina celebrava seus 19 anos. Nesta noite em que celebrariam todos o seu aniversário no Teatro Colón, Rufina sonhava com a declaração de Hipólito e então uma amiga lhe abriu os olhos contando o que todos já sabiam, o amor entre Hipólito e Lucia.

 

Diz-se que o susto e a decepção de Rufina paralisaram seu coração. Os médicos concluíram a morte da menina, e a família a enterrou no cemitério da Recoleta, no mesmo túmulo onde estavam os restos de seu pai.

 

Na noite seguinte o zelador do cemitério escutou alguns ruídos vindos da cripta de Rufina. Ao olhar mais de perto percebeu que o caixão havia se movido do lugar original. Pensando que o movimento e o ruído foram causados por mais um dos gatos que vivem pelo cemitério, o zelador não deu muita atenção ao caso e só comunicou a família no dia seguinte. Bom, a conclusão é que alguns dias depois abriram o caixão de Rufina para certificar que tais ruídos não foram uma tentativa de roubo já que ela foi enterrada com suas jóias, e todos se espantaram com o que viram. O corpo da menina estava virado, e seu rosto e corpo arranhados, assim como a tampa do caixão.

 

Rufina na realidade foi vítima de catalepsia e acordou na escuridão de seu caixão um dia depois de ser enterrada. Dizem que a jovem Rufina vaga entre os túmulos do cemitério pela noite, chorando por amor com seu coração em pedaços, ainda com as jóias e roupas com que foi enterrada um dia depois do seu aniversário.

Escultura de Rufina foi colocada como se ela finalmente tivesse conseguido sair da sua cripta.


2- A festa eterna do Palácio dos Bichos


O Palácio dos Bichos tem esse nome devido às gárgulas que se encontram na fachada. Ele é situado no bairro Villa del Parque, na Calle Campana, 3220. Esse palácio foi o presente de casamento de um pai a sua filha e genro, e foi lá onde houve a celebração do casamento em 1º de abril de 1911. 

 

A construção terminou antes do casamento e uma grande festa de casamento foi realizada ali, com muita pompa e um baile de época. Ao final da festa os noivos partiam para sua lua de mel, com seu pai e os convidados saudando o casal das sacadas da casa, que fica a apenas 30 metros da linha do trem. Foi quando os convidados observaram horrorizados o trem atropelar a carruagem que transportava os noivos, matando-os na hora. O pai nunca conseguiu superar a perda e mandou fechar o palácio para sempre. A mansão originou uma lenda que diz que em determinadas noites se escuta música e é possível ver gente dançando com os fantasmas dos noivos.

 

Na rua Agüero 2500 em Buenos Aires fica a Biblioteca Nacional, que foi construída em 1992, muitos anos depois que a Revolução Libertadora ordenou a demolição da Mansão Unzué que se encontrava nesse local e que foi residência de 1945 a 1952 de Eva Duarte e Juan Perón. Nesse mesmo lugar, os empregados da biblioteca garantem que viram e sentiram o fantasma de Eva Perón entre os corredores do arquivo. "Ela morreu aos 33 anos, era uma mulher muito jovem com muita energia e certamente deixou coisas por fazer neste plano, por isso sua imagem teria se perpetuado neste lugar", explicou um dos funcionários.

 

Livros que caem e mudam de lugar, batidas, passos com sapatos de salto alto, ou até aparições são moeda corrente no arquivo da Biblioteca Nacional. "Uma vez apareceu uma mulher de cabelo loiro e com um vestido branco, eu estava no momento com a pessoa que a viu, ficou congelada e quando desapareceu me disse que era Eva Perón", relatou outro funcionário.

A festa nunca acaba no Palácio dos Bichos.


1- Biblioteca assombrada pelo Fantasma de Evita Perón

 


Na rua Agüero 2500 em Buenos Aires fica a Biblioteca Nacional, que foi construída em 1992, muitos anos depois que a Revolução Libertadora ordenou a demolição da Mansão Unzué que se encontrava nesse local e que foi residência de 1945 a 1952 de Eva Duarte e Juan Perón. Nesse mesmo lugar, os empregados da biblioteca garantem que viram e sentiram o fantasma de Eva Perón entre os corredores do arquivo. "Ela morreu aos 33 anos, era uma mulher muito jovem com muita energia e certamente deixou coisas por fazer neste plano, por isso sua imagem teria se perpetuado neste lugar", explicou um dos funcionários.

 

Livros que caem e mudam de lugar, batidas, passos com sapatos de salto alto, ou até aparições são moeda corrente no arquivo da Biblioteca Nacional. "Uma vez apareceu uma mulher de cabelo loiro e com um vestido branco, eu estava no momento com a pessoa que a viu, ficou congelada e quando desapareceu me disse que era Eva Perón", relatou outro funcionário.

 

Para os crentes vale deixar claro que não é uma loucura o espírito de Evita percorrer este lugar, já que nesse mesmo local a ex-primeira dama viveu e morreu, quando Perón era presidente da Argentina.

Biblioteca Nacional receberia visita do fantasma da ex-primeira dama da Argentina.

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